Livros · ideias · mundos

Histórias para sentir.
Perguntas para permanecer.

Entre leis e livros, dados e histórias, estratégia e imaginação. Escrevo para quem ainda acredita que sempre existe algo novo a descobrir.

Uma casa autoral para leitores curiosos.

“Não escrevo em um único território. Escrevo sobre as perguntas que atravessam todos eles.”

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Livros publicados e mundos em construção

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Um universo para mentes curiosas

Sofia não aceita
“porque sim”.

Em cada livro, uma grande pergunta científica se transforma em aventura. A série acolhe a inteligência infantil sem simplificar o encanto — nem a complexidade do mundo.

  • Leitura indicada para 9–12 anos
  • Ciência integrada à narrativa
  • Conversas para famílias e educadores
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01Universo02Vida03Mundo invisível04Máquinas que pensam05Buracos negros

Na mesa da autora

Obras que estão encontrando sua forma

Caderno da autora

Ideias que começam antes do livro

Ensaios, leituras comentadas e investigações sobre evidência, decisão, literatura, sistemas e as perguntas que recusam respostas fáceis.

Ensaio

Quanto vale uma prova que talvez nunca precisemos usar?

Quanto vale uma prova que talvez nunca precisemos usar? O artigo parte de uma questão de governança aparentemente simples, mas com profundas implicações econômicas, jurídicas e organizacionais: quanto vale preservar hoje uma evidência que talvez nunca seja utilizada? A reflexão distingue evidência de prova. Organizações produzem continuamente contratos, e-mails, logs, pareceres, atas, dados, versões de documentos, metadados e registros de sistemas. Muitos desses elementos jamais serão usados em uma controvérsia, auditoria ou processo. Ainda assim, alguns poderão adquirir relevância futura para reconstruir, verificar ou demonstrar fatos e decisões. A partir da teoria das opções, o artigo propõe enxergar a evidência preservada como uma possibilidade futura mantida em aberto. Eliminar determinado registro pode significar extinguir de forma irreversível a chance de utilizá-lo caso um cenário relevante se materialize. O texto também mostra que o valor da evidência não é apenas probatório. Ela pode reduzir incerteza, preservar direitos, apoiar auditorias, manter conhecimento institucional, aumentar accountability e melhorar decisões futuras. Ao mesmo tempo, guardar tudo não é uma solução racional. Retenção também gera custos e riscos: armazenamento, segurança, privacidade, obsolescência, dificuldade de recuperação e exposição regulatória. A tese central é que a boa governança não consiste em acumular informação, mas em decidir racionalmente o que preservar, por quanto tempo, com que integridade, segurança e finalidade. O artigo conecta economia, teoria das opções, Direito, auditoria, gestão documental, governança, gestão de riscos e inteligência artificial para defender uma ideia central: o valor de uma evidência pode estar justamente no futuro que ela mantém possível.

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WN

Sobre a autora

Whats Neyven

Advogada. Auditora. Escritora. Estudante permanente.

Minha escrita nasce do encontro entre mundos que raramente aparecem na mesma página: direito e literatura, economia e afeto, ciência e imaginação, auditoria e silêncio. Gosto de compreender sistemas, questionar o que parece óbvio e transformar conhecimento em algo que exista no mundo.

Escrevo livros para crianças curiosas, romances sobre relações humanas e obras profissionais para decisões que exigem clareza.

Carta à autora

Todo livro continua
em quem o lê.

Conte-me o que uma história despertou, envie uma pergunta ou proponha uma conversa para seu clube de leitura. As cartas são lidas com cuidado e permanecem privadas.

As mensagens são privadas e não aparecem publicamente.