
Imaginar
Livros · ideias · mundos
Entre leis e livros, dados e histórias, estratégia e imaginação. Escrevo para quem ainda acredita que sempre existe algo novo a descobrir.
Uma casa autoral para leitores curiosos.
“Não escrevo em um único território. Escrevo sobre as perguntas que atravessam todos eles.”
Três portas de entrada
Ciência, curiosidade e aventuras para leitores que ainda sabem perguntar por quê.
Entrar neste territórioRomances sobre afeto, poder, memória, distância e as escolhas que nos transformam.
Entrar neste territórioLivros e ensaios para pensar melhor, decidir com cuidado e agir com fundamento.
Entrar neste territórioBiblioteca
Um universo para mentes curiosas
Em cada livro, uma grande pergunta científica se transforma em aventura. A série acolhe a inteligência infantil sem simplificar o encanto — nem a complexidade do mundo.
Na mesa da autora
Desejo, poder e aquilo que permanece quando a verdade chega tarde demais.
Conhecer o projeto →RomanceUm amor à distância tenta inventar um território imparcial entre culturas, famílias e fronteiras.
Conhecer o projeto →Ensaio em construçãoUma investigação sobre silêncios, lacunas e aquilo que os sistemas não conseguem tornar visível.
Conhecer o projeto →Caderno da autora
Ensaios, leituras comentadas e investigações sobre evidência, decisão, literatura, sistemas e as perguntas que recusam respostas fáceis.
Quanto vale uma prova que talvez nunca precisemos usar? O artigo parte de uma questão de governança aparentemente simples, mas com profundas implicações econômicas, jurídicas e organizacionais: quanto vale preservar hoje uma evidência que talvez nunca seja utilizada? A reflexão distingue evidência de prova. Organizações produzem continuamente contratos, e-mails, logs, pareceres, atas, dados, versões de documentos, metadados e registros de sistemas. Muitos desses elementos jamais serão usados em uma controvérsia, auditoria ou processo. Ainda assim, alguns poderão adquirir relevância futura para reconstruir, verificar ou demonstrar fatos e decisões. A partir da teoria das opções, o artigo propõe enxergar a evidência preservada como uma possibilidade futura mantida em aberto. Eliminar determinado registro pode significar extinguir de forma irreversível a chance de utilizá-lo caso um cenário relevante se materialize. O texto também mostra que o valor da evidência não é apenas probatório. Ela pode reduzir incerteza, preservar direitos, apoiar auditorias, manter conhecimento institucional, aumentar accountability e melhorar decisões futuras. Ao mesmo tempo, guardar tudo não é uma solução racional. Retenção também gera custos e riscos: armazenamento, segurança, privacidade, obsolescência, dificuldade de recuperação e exposição regulatória. A tese central é que a boa governança não consiste em acumular informação, mas em decidir racionalmente o que preservar, por quanto tempo, com que integridade, segurança e finalidade. O artigo conecta economia, teoria das opções, Direito, auditoria, gestão documental, governança, gestão de riscos e inteligência artificial para defender uma ideia central: o valor de uma evidência pode estar justamente no futuro que ela mantém possível.
Ler artigo →Carta à autora
Conte-me o que uma história despertou, envie uma pergunta ou proponha uma conversa para seu clube de leitura. As cartas são lidas com cuidado e permanecem privadas.